terça-feira, 31 de maio de 2011

Trabalho voluntário: oportunidade de sentimento, expressão do amor


Por vezes nos deparamos observando a competência das máquinas que nos cercam. Lembro-me de quando era criança assistindo aos primeiro programas seriados apresentados na TV brasileira, que traziam um mundo de ficção onde robôs autômatos desempenhavam funções maravilhosas auxiliando exploradores de toda espécie. Principalmente, espaciais.

Pensávamos inevitavelmente, como seria o mundo no futuro, repleto dessas máquinas maravilhosas.
Contudo, hoje depois de tantos anos, olhamos a nossa volta e nos deparamos com uma infinidade desses autômatos. Esses robôs que mecanicamente desempenham tarefas diversas muitas vezes sem mesmo nem notar que estão produzindo.

Naquela época, imaginávamos que a independência intelectual e a capacidade de realização, seriam as únicas coisas que diferenciariam no futuro, os homens dessas máquinas. Porém, passados os anos, observamos que a diferença verdadeira se faz no “sentimento” da realização.

Cada vez mais, homens e mulheres dedicam-se a atividades cotidianas por puro mecanismo. Sem o aproveitamento de fato das gratas emoções que nos são possíveis a cada momento, cada encontro, cada desencanto.

Na atividade voluntária, o sentimento, a emoção, a proximidade, não podem faltar. É um encontro que deve ter sua base de constituição no amor. Amor a DEUS, ao próximo e a si mesmo.

Aqueles que a essa tarefa se dedicam com sentimento puro de contribuir, são os verdadeiros trabalhadores da equipe de Jesus. São os construtores do mundo novo, O Reino de Deus na terra.

No trabalho voluntário, não há o lugar para os autômatos, mas sim, para os autônomos. Aqueles que por si mesmos constroem-se a cada dia, a cada relacionamento. Aproveitando as gratas oportunidades que nos são oferecidas nesse planeta de expiação e provas, para seguir os passos do Mestre e, chegando ao final da caminhada afirmar: Eu venci o mundo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Constituinte, Já!


Amigos! Tantos os movimentos que assolaram o país nos últimos 20 anos e talvez o mais importante tenha ficado de fora: Constituinte Já!
O Brasil está caminhando a passos largos para a desestruturação das instituições. É policia que não prende, Judiciário que não condena, Escola que não Ensina, Hospital que não salva, Político que não age. Parece que tudo ultimamente virou apenas caso para se ganhar a próxima eleição. E com isso, as cidades se deterioram e os cidadãos cada vez mais abandonados a própria sorte.
Da maneira que está, não precisamos de um governo. Pois o resultado em poucos anos, deverá ser “nada a ser governado”.
Por falta de Instrução ou por excesso de pseudointelectuais ditos de esquerda, estamos vivendo um momento de extrema crise institucional e comprometedora para o futuro dessa nação. Antigamente, eramos o país do futuro. E agora? O que queremos ser?
Defenda essa bandeira. Constituinte, já!
Mas uma constituinte eleita apenas para formular a Constituição. A ser referendada pelo povo e aplicada ao Congresso e ao Poder executivo.

Não podemos deixar que esse povo continue legislando em causa própria.