Nos últimos tempos, uma pergunta que incomoda parte da humanidade refere-se a quantidade de habitantes que o planeta suporta.
Fala-se que estamos atingindo a quantidade máxima. Próximo ao esgotamento de recursos do Planeta.
Nesta ultima semana, atingimos na terra, a marca de 7 bilhões de habitantes.
É um número considerável de pessoas que precisam respirar, alimentar-se, ingerir água e, que produzem detritos originários da queima desses itens para a manutenção de seus corpos orgânicos.
Contudo, a questão que nos é apresentada, não é nova. Na Europa do século XIX, estudiosos percebendo o avanço das conquistas humanas e a expansão sobre as mais afastadas regiões da terra, faziam-se a mesma pergunta: Qual a capacidade de habitantes que suporta o planeta?
Já em 1802, a terra atingiu seu primeiro bilhão de habitantes e, questionava-se da capacidade em sustentar esse bilhão e uma população que no final do século XIX, chegaria próximo ao segundo bilhão.
Junto com as pesquisas sérias e adicionadas do costumeiro catastrofismo, a humanidade teve no século XIX o início de um período de ciências (resultante do século XVIII – o século das luzes), coroado por toda a tecnologia do século seguinte, o Século XX.
Os homens, apesar da convivência com muito mais indivíduos no mesmo planeta, também desenvolveram novas formas de produção e aproveitamento de recursos que permitiu não só atingir “o bilhão adicional”, mas como acompanhamos nesse 31 de outubro de 2011, o 7º bilhão completo, respirando no planeta.
Ou seja, por mais alarmantes que sejam os “terroristas sociais”, o planeta vai dando conta daqueles que recebe.
A capacidade inventiva e adaptativa do homem, vai oferecendo os resultados e, as respostas sobre “de onde surgirão os recursos”, vão se tornando claras.
Parabéns, ao bebê número 7 bilhões. Parabéns a raça humana.

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