Fonte de calorosas e filosóficas discussões recentes, a sacolinha plástica das compras nos supermerdos que foi outrora, o simbolo da modernidade e da conveniência da vida moderna, é hoje vista como o grande vilão da degradação do meio ambiente.
A sacolinha plástica, pasmem, é a grande responsável pelo aquecimento global, pelas enchentes e desmoronamentos provocados pelas chuvas todo início de novo ano.
É ela provavelmente, a responsável pela inflação, uma vez que encarece o preço dos produtos na venda ao consumidor.
Contudo, inevitável também seria não observar que a querida sacolinha, é a mais nova "vítima" da mediocridade humana.
Organizações Não Governamentais a elegeram como alvo de seus discursos contra a civilização. Políticos de ocasião, a consideram alvo principal de seus discursos inflamados nas camaras municipais por todo o país. Principalmente em ano que antecede eleições.
Basta ir até um lixão qualquer, para ver a quantidade de sacolinhas plásticas que servem como recipientes para descarte de lixo residencial, para se ter uma idéia do volume.
Os supermercados se tornaram os grandes defensores da proibição de uso. Certamente, substituirão esse produto por algum outro que será fornecido "gratuitamente" a população. Já que se preocupam tanto assim com o futuro da humanidade e têm conhecimento que o brasileiro ainda é pobre.
Assim, organizações públicas e privadas, realizam uma verdadeira cruzada contra essa vilã do mundo moderno.
Talvez porque não estejam vendo a quantidade de garrafas PET que flutuam vazias sobre as águas dos rios e enroscam nas barragens. Talvez não estejam vendo a quantidade de dinheiro desviado que deveria ser usado para a educação ambiental do povo que produz efeitos muito melhores quanto a destinação do lixo, ou ainda do poder público que não investe na coleta selectiva e na seleção e reciclagem dessa fonte de "ouro" que é o lixo.
Fato é que, agora temos um culpado: Morte a sacolinha plástica.

Nenhum comentário:
Postar um comentário